A organização do ensino na rede pública estadual paulista: análise a partir da teoria crítica da sociedade

Anoel Fernandes

Resumo


Estudo de caráter bibliográfico sobre o surgimento dos conceitos de “ciclos” e “progressão continuada” e a forma como foram inseridos na rede pública estadual paulista. Apesar de criados com finalidades e contextos distintos, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEE), ao reorganizar a rede pública estadual paulista em 1998, realizou a junção dos ciclos com a progressão continuada. Tendo como referencial de análise a teoria crítica da sociedade, constata que os fechamentos dos universos político e da locução realizados pela linguagem oficial, ao sancionarem os conceitos de ciclos e progressão continuada como pertencentes à mesma forma de organização do ensino, podem remeter os professores ao pensamento unidimensional, e, por conseguinte, à concepção dos ciclos e da progressão continuada como sinônimos, tal como propõe a SEE.

Palavras-chave


ciclos; progressão continuada; linguagem oficial

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Rev. Bras. Estud. Pedagog., Brasília, DF, Brasil. e-ISSN: 2176-6681

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