As políticas de discriminação positiva e a democratização das grandes escolas francesas

Joiciane Aparecida de Souza

Resumo


Tem como objetivo analisar em que medida as políticas de discriminação positiva contribuem para o acesso e para a permanência de jovens de classes populares no ensino superior francês. Aplicamos um questionário e realizamos entrevistas com os estudantes, a fim de analisar a experiência do Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po), que possui um programa específico para selecionar alunos de origem popular: as Convenções Educação Prioritária (CEP). Verificamos que as CEP contribuíram para a diversidade étnica, social, cultural e territorial do Instituto, mas de forma limitada. As classes sociais favorecidas são ainda sobrerrepresentadas na seleção via CEP, mesmo que esse tipo de procedimento seja o que selecione a maior proporção de estudantes desfavorecidos do Instituto. Constatamos, também, que os alunos têm tendência a receber o “capital territorial” de sua zona geográfica.

Palavras-chave


ação afirmativa; acesso ao ensino superior; democratização.

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DOI: http://dx.doi.org/10.24109/2176-6681.rbep.93i233.468

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